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“Diga não à prostituição”: Vereador cristão quer proibir anúncios de garotas de programa e disk-sexo em São Paulo

O vereador paulistano Eduardo Tuma (PSDB) apresentou projeto de lei que pretende proibir a veiculação de anúncios de acompanhantes, garotos e garotas de programa em jornais, revistas e periódicos em São Paulo. A proposta visa também a proibição das propagandas de disk-sexo na capital paulista.

Tuma é líder da Frente Parlamentar Cristã, grupo formado por 16 dos 55 vereadores da câmara Municipal de São Paulo, e afirma que as empresas de comunicação que anunciam garotas de programa cometem “crime de rufianismo, que nada mais é do que tirar proveito da prostituição alheia, participando diretamente de seus lucros ou fazendo-se sustentar, no todo ou em parte, por quem a exerça, prática conhecida pelo crime do gigolô”.

- O projeto de lei é proposto justamente para inibir a prática de crimes relacionados com a prostituição infantil, uma vez que tais anúncios podem e devem envolver pessoas que não são maiores de idade – afirma o vereador na apresentação da proposta.

A bancada evangélica da Câmara de São Paulo assinou apoio à proposta e deve conseguir aprová-la no plenário em duas votações até o final de setembro, segundo o Estadão.

fonte:noticias.gospelmais.com.br

FEMEN e “Marcha das Vadias” precisam ser abolidas da sociedade

FEMEN e “Marcha das Vadias” devem ser abolidas da sociedade. São exibicionistas e oportunistas que fingem dar asas à mulher, quando na verdade nos tiram o chão e a dignidade.

“Mulher virtuosa quem a achará? O seu valor muito excede ao de rubis.” (Provérbios 31:10)

O movimento feminista, ou feminismo, até teve seu sentido nos primórdios da civilização quando nós, mulheres, realmente não tínhamos direito algum e surgiram para conquistar esses direitos civis e sociais. Direitos que realmente nos eram negados, por puro preconceito, através da falta de oportunidades e reconhecimento da capacidade e força da mulher. Mas, infelizmente, esse movimento  que visava conquistar direitos foi deturpado e aproveitado por feministas radicais no final do século XX, sem o mínimo de dignidade e respeito a nós, mulheres. Perdendo seu foco, objetivo, ideologia e sua identidade. O papel feminino na vida e na sociedade foi excluído e deturpado, provando não ser um movimento por direitos das mulheres, mas de luta por poder ideológico sexual, gerando uma competição desnecessária e doentia entre o sexo oposto e apoiado em falsas ideologias.

Nós temos sim direitos. Mas precisamos aprender a conquistá-los legalmente, e não nos passando por “vadias”.

Hoje em dia a mulher já conquistou seus direitos. Ela trabalha, ganha o mesmo salario dos homens, pode votar e não é obrigada a se casar. E, com seus direitos já conquistados, o feminismo radical não tem mais nada para protestar neste sentido, o que faz é anarquismo e vandalismo, luta apenas pela promoção pessoal dos seus “grupinhos”, visando apenas fortalecer sua ideologia ativista politica.

Não entendo como mulheres saindo “peladas” nas ruas vão contribuir com a diminuição dos estupros. Estamos vivendo um momento onde grupos que se dizem minorias usam estes protestos com o objeto de chocar a sociedade, como revolta pessoal e para ofender o outro que não tem a mesma opinião que ele. Feminismo sem rumo e sem propósito algum. Aqui no Brasil é pura baderna e “anarquismo”, uma violência à moral e princípios da maioria da população feminina brasileira. Nós temos moral e gostamos de ser mulher e feminina.

Paradoxal é ver mulheres que lutam para andar “peladas” na rua e ao mesmo tempo para serem respeitadas. Claro que sabemos que um homem não tem o direito de tocar em uma mulher sem sua permissão, mas então porque não legitimam sua luta e se concentram no estuprador e n luta pela sua punição de maneira profissional e digna, intelectualmente falando?  Ao invés disso, lutam pela legalização do aborto. Eu pergunto: por que um inocente tem que pagar pelos erros do homem canalha e pela falta de inteligência ideológica dessas “vadias”? Por que mulheres que deveriam defender a dignidade humana e o direito à vida lutam “peladas”, de forma muitas vezes pornográfica, para defender o direito de acabar com uma vida e de usar drogas? Não entendo por que não lutam por leis mais severas contra o estuprador.

O governo ouve o grito sem nem perguntar se é realmente o que a maioria deseja

E o governo que atende ao pedido dessas “peladas”? Por que não investem em políticas públicas de segurança para punir o abusador, o estuprador?  Eu mesma respondo: Porque é mais fácil lavar as mãos e mandar para a morte inocentes. Porque estes não tem voz para gritar ou reclamar, e esses bebês impedidos de vir à vida  não votam.

O que vai diminuir os estupros são leis mais severas para estupradores, o que vai diminuir o preconceito é a educação e o respeito mútuo; é promover na escola e na sociedade  o respeito mútuo entre a mulher e o homem, respeitando e valorizando exatamente as suas diferenças. Temos que lutar sim pelo nosso espaço, mas sem dominar e desrespeitar o espaço do outro. O meu direito vai até onde começa o do outro. Mas esses valores de respeito mútuo e de amor ao próximo estão sendo invertidos, desvalorizados e banalizados; essa é a questão principal.

Mulheres e homens são diferentes, graças da Deus. E é essa diferença que nos aproxima

O que querem essas “mulheres”  sendo iguais aos homens? Em que sentido? Porque em questões de direitos civis já somos, pelo menos aqui no Brasil. Basta aprendermos a lutar por nossos direitos de forma a apenas a exigir o cumprimento das leis, aprender a abrir a boca. Para isso não precisamos sair às ruas “peladas”, gritando palavrões e desrespeitando ao próximo.

Esta igualdade aos homens só existe na esfera civil, pois mulher é mulher e homem é homem. Somos, graças a Deus, diferentes. Nossas diferenças e nosso papel social e sexual é que tornam nossa vida tão interessante, são essas diferenças que nos aproximam. Direitos e deveres civis iguais sim, pois afinal somos todos humanos, mas cada sexo tem seu papel. Não somos iguais, temos características biológicas e psicológicas diferentes.

Temos que ter em mente que somos iguais perante a lei, mas somos diferentes como pessoas e temos que estar seguros disso e gostar do que somos, ou nos perderemos em revolta. O fato de não se aceitar como mulher ou como homem mostra claramente um conflito travestido de luta por direitos.

Quando lutamos por direitos é justamente por nos amarmos, primeiramente, como somos e por queremos ser felizes e respeitadas por isso. Acredito, sem medo de errar, que essas “vadias” não representam a mulher brasileira que gosta de ser mulher, independente de sua orientação sexual. Ela é mulher e quer ser amada e respeitada, e não é se desrespeitando e desrespeitando o próximo que vamos conquistar nossos direitos.

Se a  maioria dos estupros  acontecem em casa,  porque sair às ruas peladas?

Outra questão a ser abordada, e que é negligenciada,  é a situação familiar onde acontece a maioria dos estupros e abusos,  que segundo o próprio  site das marcha das vadias  acontece entre casais e/ou pares.

- A cada dia, em média, 2.175 mulheres telefonam para o 190 denunciando que são vítimas de violência. Em 89 % dos casos, o agressor é o companheiro(a) ou ex-companheiro(a)  da mulher. 50% das vítimas dizem estar correndo risco de morte. –diz o site.

Se, 89% dos agressores são companheiros(as) ou ex-companheiros(as), por que sair às ruas peladas? Eis aqui a prova de que é na família que se tem que se resolver o problema: é na reconstrução familiar, principalmente. E onde estão as campanhas de apoio à mulher no lar, de restruturação do casamento? Claro que não existem. Elas são feministas e contra o casamento, para que conciliar e contribuir  para restaurar essa família? Não é mesmo? Deveriam contribuir  com programas  e leis que ensinem e obriguem esses homens a respeitar suas mulheres. Abordei esta questão para mostrar como esse movimento é desnecessário, da maneira agressiva como se apresenta.

Vale lembrar que nudez em público é crime de atentado ao pudor

Em fotos e vídeos  da última manifestação no Rio de Janeiro, durante a JMJ, vemos que um homossexual deixou seu órgão genital à mostra e as mulheres de igual modo, com peitos e nádegas de fora, além de atos obscenos, masturbação e penetração usando símbolos religiosos. Manifestações deste nível deixam claras a sua mensagem: a de que aqui tudo pode pois estão acima da lei, mesmo que a Constituição Brasileira garanta “o livre exercício dos cultos religiosos e garantidos, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e as suas liturgias” (artigo 5.o, inciso VIU).  O que fizeram foi crime (Código penal art. 208).

Quando empunham seus cartazes contra a Igreja e a família tradicional, reclamando dos assassinatos e estupros de que são vítimas, as “vadias” se esquecem de que os verdadeiros estupradores e assassinos não se comovem com palavras de ordem, mas têm seus instintos aguçados pelo corpo que elas expõem. Estuprador é psicopata sexual, ele se estimula pelo olhar, principalmente. Elas se esquecem de que os estupradores passam longe das igrejas, não são pessoas que levam Deus e a Bíblia a sério. Homens que seguem a Palavra de Deus seriamente não batem em suas mulheres, não estrupam suas filhas e nem abusam de uma mulher de minissaia.

Psicopatas sexuais não são homens que tem compromisso com Deus. Por que atacar a igreja?

Pessoas que levam Deus a sério e seguem seu manual de conduta, que é a Bíblia e a igreja, são pessoas que buscam equilíbrio e são responsáveis ou, pelo menos, pessoas que estão lá para se tornarem melhores e não contribuir com essas crueldades. O que esses grupos que afrontam as igrejas cristãs deveriam entender é que não é desrespeitando objetos de culto de alguma igreja que irão conseguir calar a voz de Deus e daqueles que nEle acreditam.  Poderiam quebrar dezenas, centenas, milhares ou milhões de símbolos religiosos, poderiam colocar fogo em todas as Bíblias, mas mesmo assim a nossa fé e a nossa convicção continuarão inabaláveis. Ou melhor, quanto mais agredirem a igreja com sua postura doentia e violenta, mais ela crescerá e mais a sociedade saberá quem são vocês e o que realmente pretendem.

Mas, o que não entendo, é porque desvirtuar suas  “pseudo” causas de defesa da mulher contra  o estupro ofendendo as igrejas. Está claro que usam as “peladas” para discriminar a fé cristã,  e esses vandalismo e desrespeito contra a igreja é a prova clara da perseguição e intolerância religiosas, travestidas, como sempre, de lutas por direitos. Lamentável engano.

A cena que vimos  na JMJ foi  ultrajante. Pessoas seminuas afrontando, ofendendo e incitando a violência. Respeito, caras “vadias”. Respeito é o que vocês buscam, mas não sabem dar.

Respeito é o que lhes oferecemos, juntamente com nossas orações àqueles que nos escarneceram e ofenderam.

A Marcha das Vadias finge dar asas à mulher, mas, na verdade, tira-lhes o próprio chão

As “Vadias”, as “Femen”, lutam para que acabe o preconceito contra sua instituição e seus afiliados. Contudo, com os gestos de extrema violência com a fé dos católicos, só conseguirá fomentar o ódio, o desprezo e a repulsa.

É fácil para uma jovem estudante universitária, protegida por familiares e amigos, expor os seios em praça pública dizendo que adora gozar, mas que sua nudez ostensiva, como se fora um bem de uso público, não é um convite ao sexo. Essa atitude chega a ser ofensiva diante da jovem de periferia, que ao voltar tarde da noite do trabalho, esperando ônibus em pontos ermos e ruas escuras, não pode ostentar a mesma autonomia na cara do estuprador de carne e osso, e não simbólico, que atravessa seu caminho. De fato, as “vadias” não induzem, com sua atitude, o estupro de si mesmas. Mas, sem dúvida, contribuem para transformar a mulher em objeto, e, ao fazê-lo, reforçam nos machos brutais a convicção de que mulher é mesmo para ser usada. Mas eles não terão acesso às protegidas “vadias” das marchas, suas vítimas serão quase sempre as infelizes mulheres de periferia, que cruzam cotidianamente seu caminho.

A Marcha das Vadias, bem como o Femen, é em ato de desespero do feminismo. Porque as lideres feministas já perceberam que o feminismo já atingiu o auge, e agora a única direção que ele vai tomar é a queda.

Graças a Deus, a maioria da sociedade acredita em Deus e repudia esses atos.

Queremos apenas ser mulher e não vadias.  “Vadias” e “Femen” não nos representam são a #vergonhaAlheia da sociedade.

“A Mulher Graciosa Guarda a honra” (Prov. 10:16). Vadias expõem.

Marisa Lobo. Psicóloga e cristã, com orgulho.

fonte:gospelmais.com.br

O Que Significa a Mulher Ser Submissa ao Marido?

No primeiro estudo sobre relacionamentos saudáveis no lar, preparamos a tela para a pintura de um retrato de uma mulher cujo valor é inestimável diante de Deus. Assim como a famosa pintura da "Mona Lisa" de Leonardo da Vinci, essa mulher possui um ar misterioso criado pelo Artista divino. Deus a retrata como alguém com espírito manso e tranqüilo, mas que faz uma contribuição singular ao lar cristão. Tendo preparado a tela com o ensino bíblico sobre o que a submissão da mulher NÃO significa, voltemos para ver esses toques leves e equilibrados com que o Artista pintou o quadro daquela que podemos chamar nossa "Mona Submissa". Vejamos, então, o que a submissão feminina significa.

1. Submissão se oferece pela mulher ao próprio marido.

Colossenses 3:18 e Efésios 5:22 falam diretamente às esposas. Infelizmente, muitos homens têm interpretado o texto como se fosse a responsabilidade deles manter suas esposas "na linha". Mas Deus chama as mulheres para sua responsabilidade de "alinhar-se" debaixo da liderança de seus próprios maridos.

Seria um contra-senso falar de "submissão exigida" pelo marido, e não submissão oferecida a ele pela mulher, seria ridículo como a pessoa que fala: "Exijo que você me ame espontaneamente!" Submissão é uma obra do Espírito Santo no coração da mulher. É uma questão entre a mulher e seu Deus, ou seja, alinhamento vertical com Deus, que resulta num alinhamento debaixo da liderança do marido.

Não adianta o homem insistir em submissão. Cabe a ele orar para que Deus transforme o coração de sua esposa. Semelhantemente, a mulher com marido que fica pressionando-a para "submeter-se" a ele precisa primeiro avaliar o coração dela diante de Deus, depois procurar ser a mulher de espírito manso e tranqüilo (1 Pe 3:1-6), e finalmente orar pelo marido.

2. Submissão da esposa é uma ordem, não uma opção.

Mesmo sendo algo oferecido ao marido pela mulher, o ensino bíblico nos lembra de que submissão é uma ordem. Essa, a segunda pincelada do Artista no retrato da mulher submissa, deixa claro que submissão é primariamente e principalmente uma questão entre a mulher e Deus. A ordem está no tempo presente, ou seja, deve ser contínua e não ocasional. Deus não necessariamente chama a mulher para entender o plano divino, mas, sim, obedecê-lo. Podemos afirmar que há grande perigo para a família que rejeita a receita divina para relacionamentos saudáveis no lar.

Alguns afirmam nesses dias pós-modernos de relativismo, que tal ordem foi uma acomodação à cultura daquela época. Infelizmente, esse argumento não tem base. O ensino bíblico quanto ao papel da mulher é unânime, trans-cultural e trans-temporal: desde a criação, depois da queda, antes e depois da Lei, antes e depois da Cruz de Cristo. Paulo e Jesus não eram machistas como muitos alegram; muito pelo contrário. Os dois eram radicais extremistas em termos da liberdade e atenção oferecidas às mulheres numa cultura altamente préconceituada. Protegeram e elevaram o "status" das mulheres através do seu ensino sobre a santidade do casamento, a preservação da dignidade sexual da mulher, e sua igualdade com o homem relativo à posição em Cristo.

3. Submissão significa alinhar-se debaixo do marido.

O terceiro "toque" do Artista define a submissão. Podemos afirmar que o significado do termo hoje NÃO se deriva da idéia de uma "missão inferior" ("sub"- missão), como se a tarefa dela fosse menos importante que a do homem. Também não concordamos com aquele que definiu submissão como "a arte de saber quando abaixar para que Deus possa bater em seu marido!" O verbo grego traduzido como "submissão" traz a idéia de "colocar-se em ordem debaixo". É a idéia de alinhar-se debaixo da liderança do marido, para o bom funcionamento do lar. Isso não é por causa de uma suposta inferioridade, mas pelo fato de que não poder haver dois chefes no lar. De novo, isso não significa autonomia masculina no lar, só que, na última análise, a responsabilidade de liderar recai sobre o homem. A responsabilidade é dele, a culpa será dele, e a mulher fica protegida quando ela segue a liderança dele.

Mais uma vez podemos entender isso pela ilustração da dobradiça de uma porta. Para a porta revolver-se eficientemente, alguém precisa alinhar e encaixar todos os anéis da dobradiça, um em baixo do outro. Todos os anéis são feitos do mesmo material, com a mesma força. Não é uma questão de inferioridade, mas, de funcionamento equilibrado. Para a porta da família funcionar bem, todas as dobradiças precisam ficar alinhadas, "no eixo".

4. Submissão bíblica significa respeitar o marido.

Dissemos que o termo "submissão" significa "alinhar-se debaixo do marido". Mas alinhar-se debaixo de outra pessoa forçosamente, sem o devido respeito, iguala-se à opressão na melhor das hipóteses e prostituição na pior. Como sempre, Deus está mais interessado no coração da mulher do que no mero rito de "submissão". Submissão sem respeito é como obediência sem honra. Vemos isso claramente na criação de nossos filhos. Se não atingirmos o coração da criança, produzimos hipocrisia. A mulher que "submete-se" "de boca pra fora" ainda não compreendeu a vontade de Deus para seu lar. Nesse caso, seria como uma dobradiça que está alinhada, mas que sempre chia, irritando todos ao redor.

Efésios 5:33 resume toda a discussão sobre o papel da mulher com a palavra "respeito". Da mesma forma como a igreja deve ser submissa a Cristo, a esposa deve se submeter ao seu marido, com essa atitude de coração chamada "respeito". A palavra original traz a idéia de "temor", não no sentido de ficar encurvada e temerosa diante do marido, mas num relacionamento intimo de honra e consideração, assim como na frase "o temor do Senhor".

1° Pedro 3:1-6 também reflete esse aspecto interior de submissão. Deus valoriza o espírito manso e tranqüilo da mulher, especialmente no relacionamento submisso diante de um marido que, humanamente falando, talvez não mereça tanto respeito. O respeito não é necessariamente porque o marido é digno, mas pelo fato de que Deus o constituiu como líder do lar. Não é respeito tanto pela pessoa, mas, pela posição dada por Deus. Essa é a mesma posição bíblica quanto à submissão do cristão diante das autoridades políticas, sejam justas ou injustas, por serem estabelecidas por Deus.

Certamente a mulher precisa traçar um limite quando o marido exige algo contrário à Palavra. Mas precisa também verificar com muito cuidado que não haja uma opção criativa para não ter que desobedecer a Deus nem o marido.

5. Submissão bíblica requer uma obra sobrenatural no coração da mulher.

O último toque do Artista acrescenta a idéia de submissão "como convém no Senhor" (Cl 3:18). A frase lembra-nos de que o padrão é celestial. Temos que admitir que tudo que Deus pede para relacionamentos saudáveis no lar está fora da nossa capacidade natural. A mulher não submete-se ao marido natural e espontaneamente. Da mesma forma, como veremos depois, a natureza do homem não é de amar sacrificalmente sua esposa, mas de explorá-la e usá-la para seus próprios fins egoístas.

Desde a Queda a tendência da mulher tem sido tentar superar o marido, não sendo "auxiliadora idônea" que complementa-o, mas alguém que compete com ele. Então, se a tendência natural da mulher é de resistir a liderança do marido, e se a tendência natural do homem é de subjugar a mulher, como podemos voltar ao padrão bíblico de complementação, harmonia, e paz no lar? A resposta está no poder sobrenatural e espiritual vindo como fruto da obra de Cristo na cruz. Em Cristo, as tendências velhas foram vencidas e tudo se fez novo. Efésios 5:18, que antecede o ensino paulino sobre relacionamentos saudáveis no lar, nos lembra de que uma vida controlada pelo Espírito Santo verte o quadro criado pela Queda. Essa é a única esperança para o lar - uma obra sobrenatural em que a vida de Cristo está sendo reproduzida dia após dia na vida tanto do homem como da mulher. Esse retrato é mais valioso que qualquer pintura misteriosa por da Vinci ou outro artista famoso. É a pintura do Artista divino.

Autor: Pr. Davi Merkh | Divulgação: EstudosGospel.Com.BR

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